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Ph Cristiano Mascaro
Bom dia, amor
E um gosto de até breve. Amanhecemos na claridade em canto de outono. Conheço essa brisa, sinto o cheiro do passado e não interessam as chaves ou agora como está. Resta esse gosto de ontem, ante anteontem buscamos o mesmo amarelo pra sair do frio na sombra. Hoje na estrada avento que nada mais interessa. Tenho as minas gerais de saudade antiga e a estação primeira no coração quente do Brasil. Salva-dor. Quero os nomes das coisas, mas só sei sentir. Água de colônia no pescoço; olho no olho escuro da cama morna.
agora de volta... mais textos no www.geracaobooks.com.br e http://banga.zip.net
Escrito por porque escrever é preciso às 19h17
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